segunda-feira, 28 de maio de 2012

Canibais de Garanhuns podem ter devorado mais oito pessoas

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A polícia teme causar pânico com novas revelações

A Polícia Civil diz acreditar que outras oito pessoas podem ter sido vítimas do trio suspeito de matar, esquartejar e comer pedaços dos corpos de três mulheres em Pernambuco.
Os crimes já identificados na investigação aconteceram em Garanhuns (234 km de Recife) e Olinda, na região metropolitana de Recife.

Moradores de Garanhuns dizem ter comido empadas com carne humana


Um dos canibais de Garanhuns já havia sido inocentado por homicídio

Entre as outras possíveis vítimas também há homens, disse hoje (13) o comissário da Delegacia de Garanhuns Demócrito de Oliveira. Ele não quis revelar as cidades dessas pessoas para não causar pânico.
Na quinta-feira (12), o delegado Wesley Fernandes afirmou que o trio disse que matava mulheres apontadas por “entidades” como pessoas más e que ªsuperpovoavamº o planeta. Saiba mais.
A polícia diz que chegou às prováveis novas vítimas a partir de depoimentos dos suspeitos Jorge Negromonte da Silveira, 51, da mulher dele, Isabel Cristina Torreão Pires da Silveira, 51, e da amante dele, Bruna Cristina Oliveira da Silva, 25.
Sem entrar em detalhes, o comissário afirmou que esses crimes podem ter ocorrido antes de 2008, ano tido até então como o do primeiro assassinato cometido pelos três.
Os restos mortais que não eram devorados em rituais de canibalismo eram utilizados, segundo a polícia, para rechear salgados vendidos por Isabel nas ruas da cidade.

VALA

A Delegacia de Garanhuns afirmou ter encontrado uma vala aberta no quintal da casa dos suspeitos. Ela está no mesmo local onde a polícia encontrou os corpos de duas mulheres na quarta-feira (11).
A polícia diz acreditar que uma jovem de 18 anos, da cidade de Lagoa do Ouro (274 km de Recife), seria a próxima vítima. O nome dela não foi revelado.
O comissário ouvido pela Folha afirma que o trio entrou em contato com a jovem oferecendo a ela um book fotográfico. A polícia diz não saber quando ela viajaria e por que razão não chegou à cidade.
Daniel Carvalho

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