TRIO DE ASSASSINOS CANIBAIS DE GARANHUNS CONFESSOU MAIS SEIS MORTES
De acordo com Itapuan Vasconcelos, eles afirmaram que cinco destes crimes teriam acontecido no Recife e um em Olinda.
O trio de canibais de Garanhuns confessou ter assassinado mais seis pessoas, segundo o promotor do Ministério Público de Pernambuco (MPPE) em Garanhuns, Itapuan Vasconcelos. Com isso, o número total de vítimas já chega a nove. Ainda de acordo com Itapuan Vasconcelos, eles afirmaram que cinco destes crimes teriam acontecido no Recife e um em Olinda. Jorge Beltrão, Isabel Pires e Bruna Oliveira são acusadas de homicídios triplamente qualificados, falsidade ideológica, estelionato, ocultação de cadáver e falsificação de documentos.
"Em uma agenda que ela possuía, Bruna tinha anotado que tinha entrado em contato com outras mulheres no Agreste de Pernambuco. Uma em Lagoa do Ouro e outra em Jupi. De acordo com suas anotações, estas mulheres seriam usadas nas próximas missões do grupo. Eles chamavam de missão cada assassinato que cometiam", afirmou o promotor do MPPE, Itapuan Vasconcelos.
"Em uma agenda que ela possuía, Bruna tinha anotado que tinha entrado em contato com outras mulheres no Agreste de Pernambuco. Uma em Lagoa do Ouro e outra em Jupi. De acordo com suas anotações, estas mulheres seriam usadas nas próximas missões do grupo. Eles chamavam de missão cada assassinato que cometiam", afirmou o promotor do MPPE, Itapuan Vasconcelos.
Segundo o delegado Wesley Fernandes, que está à frente do caso, durante o depoimento de Isabel Cristina, ela confessou que parte dos salgados – coxinhas, risoles, empadas, entre outros – que ela fazia para vender nas cidades eram recheados com a carne das vítimas.
“Depois que eles esquartejavam, a carne era congelada, desfiada e também utilizada para alimentar a família, inclusive dando partes dos corpos para a criança que morava com o trio. Além disso, segundo Isabel, a parte preferida era o coração das vítimas. Mas nada sobrava. Eles também usavam o fígado e os músculos das pernas que eram fervidos e ingeridos, numa espécie de ritual macabro”, explicou o delegado.
A polícia acredita que esse mesmo ritual foi feito também com outras vítimas.
Por GILMAR MARQUES DE SOUZA

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