segunda-feira, 28 de maio de 2012

Divulgados trechos de filme caseiro feito por canibais de Garanhuns - Atualizando - BomJardimPE.com

Preso trio canibal que obrigava criança de 5 anos a se alimentar de cadáveres

 
esquizofrenico

A polícia de Pernambuco investiga suspeitos de assassinar mulheres, esquartejar os corpos e enterrá-los no quintal de uma casa em Garanhuns, no agreste do estado. O delegado Wesley Fernandes Oliveira ouve nesta quinta-feira supostos integrantes do grupo.
O caso começou a ser desvendado nessa quarta-feira, depois que a polícia encontrou os corpos de Giselly Helena da Silva, de 31 anos, e Alexandra Falcão da Silva, de 20, na casa onde moravam os suspeitos. No local, também estavam um livro e um caderno onde os assassinos descreviam os crimes.
Giselly e Alexandra estavam desaparecidas desde fevereiro. Entre as pessoas ouvidas está Bruna Cristina de Oliveira da Silva, de 22 anos, Jorge Negromonte e Isabel Pereira, ambos de 51 anos, que estariam envolvidos com as mortes.
De acordo com o escrivão da 2ª Delegacia, Gleidon Torres, o delegado pretende ouvir ainda uma criança de cinco anos que teria indicado à polícia o local onde os corpos eram enterrados. A menina está sob os cuidados do Conselho Tutelar e só deve falar mediante o acompanhamento de uma equipe de psicólogos. Ela era usada para atrair as vítimas para o local dos crimes com a proposta de emprego de babá.
Enquanto isso, a polícia aguarda ainda o resultado da perícia nos corpos encontrados, que está sendo realizada no Instituto de Medicina Legal (IML) do Recife. Os exames deverão indicar as causas das mortes e ainda comprovar a identidade das vítimas.
De acordo com a polícia, os suspeitos teriam um triângulo amoroso – marido, mulher e amante. Eles podem estar envolvidos em seis mortes ao todo, incluindo atos de canibalismo. Na casa da família, foi encontrado um livro intitulado “Revelações de um esquizofrênico”, de autoria do homem, onde ele descreve os crimes e revela que o trio comeu parte dos corpos. Havia ainda desenhos de como as vítimas seriam enterradas.
Uso de cartões de crédito
Segundo a polícia, o trio matou as mulheres e roubou cartões de crédito, que foram usados em compras em lojas da cidade. A primeira vítima desapareceu em 25 de fevereiro. Giselly chegou a comemorar com a família o novo emprego, em que ganharia um salário mínimo e meio. Dias depois, a falta de notícias preocupou os parentes, que desconfiaram de sequestro e procuraram a polícia. Faturas dos cartões começaram a chegar, o que serviu de base para a polícia solicitar imagens do circuito interno de segurança das lojas e identificar os suspeitos. A menina de cinco anos contou à polícia que o pai disse que Giselly era uma pessoa má e, por isso, ia mandá-la para o inferno. Também afirmou que viu o pai cortar a cabeça da mulher. Em 12 de março, Alexandra, a segunda vítima, desapareceu.
Além das duas mortes, a polícia suspeieta de outros dois crimes. As revelações foram feitas na manhã desta quinta-feira ao delegado Wesley Fernandes Oliveira durante os depoimentos dos suspeitos, Jorge Negromonte, Isabel Pereira e Bruna Cristina de Oliveira da Silva. A última, teria revelado hoje sua verdadeira identidade. Até ontem, ela utilizava o nome de Jéssica Camila, que na verdade seria mais uma vítima, assassinada em 2008, em Olinda, na Região Metropolitana do Recife (RMR).
Acredita-se ainda que a criança que morava com a família é filha de Jéssica, que teve o corpo enterrado no quintal da casa onde os assassinos moravam em Olinda e os ossos removidos para um terreno baldio, depois que o trio se mudou para a Paraíba. A criança vivia com os suspeitos desde que tinha 1 ano de idade.
Ainda durante os depoimentos, o trio disse fazer parte de uma seita anti-capitalista que combatia a procriação. Por isso, assassinava apenas mulheres. Eles confirmaram ainda que, além de matar, esquartejar e enterrar as vítimas, comiam a carne dos corpos e faziam com que a criança também se alimentasse dos restos humanos.
A polícia do Rio Grande do Norte investiga a participação dos suspeitos na morte de mais uma mulher no estado.
Confissões de assassinatosAlém dos depoimentos dos suspeitos, o delegado de Garanhuns dispõe de uma prova importante sobre a autoria dos assassinatos. Na casa onde moravam os suspeitos, e onde foram localizados os cadáveres esquartejados e enterrados no quintal, também foram encontrados um livro e um caderno onde os assassinos praticamente fazem uma confissão escrita de próprio punho.
O livro dividido em capítulos, escrito por Jorge Negromonte, detalha o passo a passo dos assassinatos cometidos ao lado da esposa Isabel e da amante Bruna. O material traz ainda desenhos minuciosos com as cenas dos crimes e indícios de que, além dos homicídios, esquartejamento e ocultação dos cadáveres, o trio teria praticado canibalismo. No dia 28 de março, Jorge foi a um cartório registrar o livro e também ofereceu cópias para venda em livrarias da cidade.
O autor relata os crimes como um ritual de purificação, praticado com distância e frieza, e adianta que uma terceira vítima seria sacrificada para dar continuidade ao processo.
Trechos do livro “Relatos de um esquizofrênico”:
Capítulo XXVI “A dividida”

“Vejo aquele corpo no chão, Jéssica desconfia que ainda se encontra com vida, pego uma corda, faço uma forca e coloco no pescoço do corpo, puxo para o banheiro e ligo o chuveiro para todo o sangue escorrer pelo ralo.
Ao olhar para o corpo já sem vida da adolescente do mal, sinto um alívio. Pego uma lamina e começo a retirar toda a sua pele, e logo depois à divido.Eu, Bel e Jéssica nos alimentamos com a carne do mal, como se fosse um ritual de purificação, e o resto eu enterro no nosso quintal, cada parte em um lugar diferente”.
Capítulo XXIV “O plano macabro de destruir a adolescente maldita”
“Um dia eu aproveitando que a adolescente do mal não estava, combinei com Bel e com Jéssica um modo de destruí-la, e chegamos a uma conclusão: matá-la, dividi-la e enterrá-la. Só que cada parte dela em um lugar diferente. Era uma noite de chuva forte, relâmpagos e trovadas. A criatura do mal estava em um quarto da casa: olho para Bel e para Jéssca com um olhar de que aquela noite seria o momento certo para destruir o mal ′Todo ser humano tem um instinto assassio, e tal instinto é çiberado e situações como esta′. O homem também é o único ser que mata por prazer, mas até o matar por prazer é uma espécie de auto-prorteção do seu eu, provando com isso que ele tem o poder sobre outras vidas”.
Fonte: www.uai.com.br

Residência de acusados de canibalismo em Pernambuco volta a ser incendiada por moradores

A Polícia Civil conseguiu chegar até os acusados após a mãe de uma das vítimas levar à delegacia

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16-04-2012 17:21
Casa de acusados de canibalismo Casa de acusados de canibalismo (Foto NE10)
A residência de número 395, da Rua das Emboabas, bairro Jardim Petrópolis em Garanhuns, no Agreste de Pernambuco, onde moravam os assassinos Jorge Negromonte, 50 anos, Isabel Cristina, 51, e Bruna Cristina de Oliveira, 25, acusados de matar, esquartejar, comer partes dos corpos das vítimas e enterrá-las no quintal, foi, mais uma vez, incendiada pela vizinhança.

De acordo com a polícia, a casa que já havia sido arrombada, apedrejada, saqueada e incendiada na manhã da última quinta-feira (12), um dia após a polícia encontrar os corpos das vítimas Giselly Helena da Silva, conhecida como “Geisa dos Panfletos” (desaparecida desde o dia 25 de fevereiro) e Alexandra da Silva Falcão, 20 anos (desaparecida desde o dia 12 de março de 2012), e voltou a ser incendiada na manhã desse domingo (15).

O CASO A Polícia Civil conseguiu chegar até os acusados após a mãe de uma das vítimas levar à delegacia, uma fatura de cartão de crédito que apontava lojas onde a filha – desaparecida – teria feito compras. Indo aos estabelecimentos a polícia identificou os envolvidos, através de gravações do circuito interno de segurança, que mostravam eles fazendo compras com o cartão de crédito da vítima.

Trio acusado de canibalismo é preso em Garanhuns-PE

 

Três pessoas foram presas na última quarta-feira dia (11) no munícipio de Garanhuns, em Pernambuco, acusadas de assassinar, praticar canibalismo e usar a carne das vítimas para rechear empadas e coxinhas que uma das acusadas vendia na cidade. Inquérito investiga oito mortes atribuídas ao grupo, que praticava rituais macabros.

Dois corpos foram encontrados enterrados no quintal da casa do trio formado por Isabel Cristina Pires da Silveira, 51 anos, Jorge Beltrão Negromonte da Silveira, 50 anos, e Bruna Cristina Oliveira da Silva de 25. As vítimas desaparecidas desde o início do ano eram Gisele Helena da Silva, 31 anos, e Alexandra Falcão de 20. Isabel teria confessado em depoimento que colocava carne humana nos salgados que vendia.

A polícia acredita que o grupo também matou Jéssica Camila, 17 anos, que desapareceu em 2008 na região metropolitana de Olinda. Com o grupo foram encontrados documentos de Jéssica e uma menor de idade, que a polícia suspeita que possa ser a filha da vítima, que também desapareceu em 2008. Há a possibilidade de que a criança de cinco anos também fosse alimentada com carne humana. Agora ela se encontra sob a guarda do Conselho Tutelar.
Foto Ilustrativa de uma ação de canibal

Além disso, foi encontrado um diário com as práticas do ritual de ‘purificação’ realizado pelo grupo. As vítimas eram apenas mulheres, pois os criminosos acreditavam que elas tinham “úteros malditos”. Depois de matar, o grupo drenava e bebia o sangue da vítima, em seguida desfiavam e comiam por quatro dias a carne. O texto foi registrado em cartório, no final do mês passado, com o título “Revelações de um esquizofrênico”.

Parte das anotações que narram trechos dos assassinatos cometidos pelo trio no agreste pernambucano.

Os três acusados foram encaminhados para presídios da região e aguardam o julgamento. Negromonte está preso na cadeia pública de Garanhuns, já as duas mulheres estão na Colônia Penal Feminina de Buíque.
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Fonte:R7

Canibalismo: um crime que chocou o país

Canibalismo: um crime que chocou o país

Publicado em 25.04.2012, às 07h56


Jorge Negromonte, apontado como 'o cabeça' do trio contou, em livro, como cometia os crimes
Jorge Negromonte, apontado como 'o cabeça' do trio contou, em livro, como cometia os crimes
Foto: Wenyson Albiérgio/Especial para o NE10

Por Diego Martinelly
A prisão de duas mulheres e um homem em Garanhuns, no Agreste Meridional, com cartões de créditos roubados parecia ser mais uma quadrilha que se aproveitava da inocência das vítimas para aplicar golpes em lojas do comércio. Recursos como imagens de circuitos internos de estabelecimentos ajudaram a polícia a localizar o grupo. Esse tipo de crime é tão comum hoje em dia que logo que a informação chegou às redações dos veículos de comunicação o fato não passava de mais uma notícia policial que seria mostrada naquele dia.
O tempo foi passando e logo se descobre que o grupo liderado por Jorge Negromonte, sua esposa Isabel Cristina e a amante Bruna Oliveira matava mulheres e depois esquartejava as vítimas para aplicar o golpe. As coisas começaram a mudar e aquela informação que seria apenas divulgada no interior passou a repercutir em todo o Estado.
Uma criança ajudou a polícia a localizar os corpos, que eram enterrados dentro da casa de Jorge Negromonte. O delegado que investiga o caso descobriu que a menina era filha de uma das primeiras vítimas dos cruéis matadores, que, após matarem a mulher de nome Jéssica em Rio Doce, na cidade de Olinda, passaram a usar sua identidade e seus cartões de crédito.


A mídia nacional se interessa pelo caso e os investigadores passam a tratar aquele caso como prioridade. Novos delegados são destinados pela Secretaria de Defesa Social (SDS) para a investigação e o que ninguém esperava de três seres humanos, aparentemente “meros” ladrões de cartões, terminou vindo à tona com a revelação de que o grupo comia as carnes das vítimas e chegava até a vender salgados com carnes humanas na cidade de Garanhuns.
Aí começou aquela busca incessante da mídia para tentar entender o que se passava na mente dos canibais pernambucanos, que agora já faziam parte das páginas policiais dos grandes veículos de comunicação do mundo.
As perguntas não paravam de surgir entre os jornalistas e as pessoas que acompanhavam o caso. Que tipo de doença faz com que seres humanos expressem tamanha brutalidade e desejos sanguinários? Estavam possuídos por espíritos maléficos quando cometeram os crimes ou sentiam só a necessidade de matar com intuito de virarem os símbolos do mal aqui na terra? Toda essa investigação me faz recordar o jornalista Truman Capote, que na década de 1960, nos Estados Unidos, resolveu investigar um crime, só que analisando o porquê daquele episódio estar acontecendo e o motivo que levou os assassinos a cometerem o crime. Começava a surgir o New Jornalism, uma forma de escrever mais aprofundada, aprimorando as técnicas até então utilizadas nos textos jornalísticos da época.
Para responder aos questionamentos da população e dos profissionais que estão cobrindo o crime de Garanhuns surgem os especialistas médicos, que logo cuidaram de explicar cientificamente que não se tem doença alguma que faça a pessoa usar de tanta perversidade e crueldade como aconteceu neste caso.


A verdade é que não estamos preparados para lidar com estas pessoas que nós mesmos humilhamos, damos não e excluímos do convívio social. Estas pedras colocadas por nós não seriam motivo para a concretização de tudo que foi feito, mas contribuíram para o desequilíbrio de uma mente que carrega consigo o ódio, a maldade e a inveja. O assassino e sua esposa já receberam acompanhamentos de psicólogos e assistentes sociais no Centro de Atenção Psicossocial (Caps) de Garanhuns.
Até filmes de terror e livros narrando os crimes Jorge Negromonte tinha produzido e registrado em cartório. Alguns profissionais do Caps tinham o conhecimento disso, mas não se preocuparam e nem passou pela cabeça deles que ali estava um matador frio e calculista.
Foi pelo tempo da varíola e da doença de chagas que nossos avós passaram. Agora está chegando a doença dos países considerados potências econômicas. Lá se pensa no carro do filho, no tablet da filha e se esquecem de cuidar dos princípios da família. O resultado é este aí que já estamos presenciando: matadores de crianças, gangues que espancam negros e homossexuais. Que esta tragédia sirva de lição e que nos atente a enxergar além do muro das nossas casas.
*As colunas assinadas não refletem, necessariamente, a opinião do NE10

Polícia monta super esquema para levar os “canibais” de Garanhuns até Rio Doce

Polícia monta super esquema para levar os “canibais” de Garanhuns até Rio Doce

Do Redator de Plantão
Atualizada às 10h10

Os detalhes do super esquema, que levou o trio acusado de matar, esquartejar e comer a carne das mulheres em Garanhuns, Agreste pernambucano, estão sendo mantidos em sigilo, já que o caso causou comoção e revolta inclusive no exterior. Será o reencontro do três envolvidos após a prisão na residência do grupo, no bairro de Jardim Petropólis, na semana passada.
O professor de educação física Jorge Beltrão Negromonte da Silveira, 50 anos, diz ser esquizofrênico. Ele é apontado como o mentor de pelo menos três assassinatos, sendo o primeiro praticado em 2008.
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As outras acusadas são a companheira de Jorge, Isabel Cristina Silveira, 51, e a amante dele, Bruna Cristina Oliveira Silva, 25. Em depoimento, eles contaram que partes dos corpos eram utilizados na alimentação e no preparo de lanches vendidos em Garanhuns.
A polícia quer elucidar o desaparecimento de Jéssica Camila Pereira, 22, mãe de uma menina hoje com cinco anos. O trio confessou ter assassinado a vítima e que a filha, na época bebê, foi criada como se fosse da família.
Emanuel Araújo Pereira, pai da jovem sumida acreditava que a garota estivesse presa em algum lugar:

Os restos mortais de Giselly Helena da Silva, a Geise, 31 anos e Alexandra da Silva Falcão, 20, já foram sepultados. A polícia suspeita que o trio tenha feito vítimas em outros municípios, como Jaboatão e Conde, no estado da Paraíba.
A criança de cinco anos encontrada com o trio continua em um abrigo em Garanhuns sob tutela da justiça. Emanuel Araújo Pereira, pai de Jéssica quer criar a neta – ele manda um recado para as autoridades do judiciário:

INVESTIGAÇÃO – A repórter Karoline Fernandes, da Rádio JC/ CBN, acompanhou a movimentação, na manhã desta quinta-feira (19), na antiga casa onde o trio morou, em Olinda. A atual moradora do local fala do sentimento de residir em um local que, possivelmente, foi palco de rituais de canibalismo.
Postado por Isabela Lemos

Suspeita de canibalismo vendia empadas de carne humana em PE

 

Três pessoas são suspeitas de homicídio e prática de canibalismo na cidade de Garanhuns, a 230 km de Pernambuco
Segundo a Polícia Civil do Estado, que revelou o crime nesta sexta-feira, 13, uma das mulheres ainda vendia salgados com restos de carne humana, dos corpos das vítimas. Eles seriam praticantes de uma seita e manteriam um triângulo amoroso. Os três são suspeitos pela morte de pelo menos três mulheres.
Jorge Beltrão Negromonte da Silveira, 51 anos, era casado com Isabel Cristina Pires da Silveira, 51 anos, mas também vivia com a ex-mulher Bruna Cristina Oliveira da Silva, 25 anos. Conforme o comissário de polícia da cidade, João Bosco Andrade, os suspeitos eram membros de um grupo chamado Cartel, se dizem anticapitalistas e procuravam mulheres para diminuir a quantidade de pessoas no mundo.
O contato com as vítimas era feito por meio de uma oferta de emprego. A Polícia Civil chegou até os assassinos depois do desaparecimento de Giselly Helena da Silva, conhecida como Geisi dos Panfletos. Ela teria recebido uma proposta para ser babá de uma menina que o trio alegava ser sua filha. Quando chegou à casa dos assassinos, foi executada por Jorge, que é faixa preta em karatê.
A polícia descobriu que o cartão de crédito de Geisa foi utilizado pelo menos quatro vezes após o seu desaparecimento. Com ajuda de uma câmera de segurança de um dos estabelecimentos onde as compras foram feitas, começou a procura pelos suspeitos.
Isabel, que vendia os salgados, confessou os crimes. Ela mostrou à polícia onde estavam enterradas as ossadas de duas pessoas, e também explicou que era Jorge quem esquartejava as vítimas. “Eles comiam as vísceras das vítimas, como o fígado e o coração, que era para purificar a alma”, revelou o comissário Andrade. “E quando faltava ingrediente para as empadas, eles usavam os restos da carne das vítimas”. Por vítima, eles chegavam a tirar de oito a 10 kg de carne.
A menina de 5 anos também era obrigada a comer carne humana. Segundo a polícia, ela seria filha de Jéssica Camila da Silva Pereira, outra mulher assassinada pelo trio. Na casa dos suspeitos a polícia encontrou um diário da seita, que indica que os assassinos ainda planejavam executar mais duas pessoas até o ano que vem.
Eles serão indiciados, entre outros crimes, por homicídio qualificado e ocultação de cadáver. Os corpos estão agora no Instituto Médico Legal (IML) para o reconhecimento das famílias.

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