Polícia monta super esquema para levar os “canibais” de Garanhuns até Rio Doce
Polícia monta super esquema para levar os “canibais” de Garanhuns até Rio Doce
Do Redator de Plantão
Atualizada às 10h10

Os detalhes do super esquema, que levou o trio acusado de matar, esquartejar e comer a carne das mulheres em Garanhuns, Agreste pernambucano, estão sendo mantidos em sigilo, já que o caso causou comoção e revolta inclusive no exterior. Será o reencontro do três envolvidos após a prisão na residência do grupo, no bairro de Jardim Petropólis, na semana passada.
O professor de educação física Jorge Beltrão Negromonte da Silveira, 50 anos, diz ser esquizofrênico. Ele é apontado como o mentor de pelo menos três assassinatos, sendo o primeiro praticado em 2008.
» LEIA TAMBÉM
Quem comeu salgado com carne humana pode estar com doenças virais, alerta médico
As outras acusadas são a companheira de Jorge, Isabel Cristina Silveira, 51, e a amante dele, Bruna Cristina Oliveira Silva, 25. Em depoimento, eles contaram que partes dos corpos eram utilizados na alimentação e no preparo de lanches vendidos em Garanhuns.
A polícia quer elucidar o desaparecimento de Jéssica Camila Pereira, 22, mãe de uma menina hoje com cinco anos. O trio confessou ter assassinado a vítima e que a filha, na época bebê, foi criada como se fosse da família.
Emanuel Araújo Pereira, pai da jovem sumida acreditava que a garota estivesse presa em algum lugar:
Os restos mortais de Giselly Helena da Silva, a Geise, 31 anos e Alexandra da Silva Falcão, 20, já foram sepultados. A polícia suspeita que o trio tenha feito vítimas em outros municípios, como Jaboatão e Conde, no estado da Paraíba.
A criança de cinco anos encontrada com o trio continua em um abrigo em Garanhuns sob tutela da justiça. Emanuel Araújo Pereira, pai de Jéssica quer criar a neta – ele manda um recado para as autoridades do judiciário:
INVESTIGAÇÃO – A repórter Karoline Fernandes, da Rádio JC/ CBN, acompanhou a movimentação, na manhã desta quinta-feira (19), na antiga casa onde o trio morou, em Olinda. A atual moradora do local fala do sentimento de residir em um local que, possivelmente, foi palco de rituais de canibalismo.
Atualizada às 10h10

Os detalhes do super esquema, que levou o trio acusado de matar, esquartejar e comer a carne das mulheres em Garanhuns, Agreste pernambucano, estão sendo mantidos em sigilo, já que o caso causou comoção e revolta inclusive no exterior. Será o reencontro do três envolvidos após a prisão na residência do grupo, no bairro de Jardim Petropólis, na semana passada.
O professor de educação física Jorge Beltrão Negromonte da Silveira, 50 anos, diz ser esquizofrênico. Ele é apontado como o mentor de pelo menos três assassinatos, sendo o primeiro praticado em 2008.
» LEIA TAMBÉM
Quem comeu salgado com carne humana pode estar com doenças virais, alerta médico
As outras acusadas são a companheira de Jorge, Isabel Cristina Silveira, 51, e a amante dele, Bruna Cristina Oliveira Silva, 25. Em depoimento, eles contaram que partes dos corpos eram utilizados na alimentação e no preparo de lanches vendidos em Garanhuns.
A polícia quer elucidar o desaparecimento de Jéssica Camila Pereira, 22, mãe de uma menina hoje com cinco anos. O trio confessou ter assassinado a vítima e que a filha, na época bebê, foi criada como se fosse da família.
Emanuel Araújo Pereira, pai da jovem sumida acreditava que a garota estivesse presa em algum lugar:
Os restos mortais de Giselly Helena da Silva, a Geise, 31 anos e Alexandra da Silva Falcão, 20, já foram sepultados. A polícia suspeita que o trio tenha feito vítimas em outros municípios, como Jaboatão e Conde, no estado da Paraíba.
A criança de cinco anos encontrada com o trio continua em um abrigo em Garanhuns sob tutela da justiça. Emanuel Araújo Pereira, pai de Jéssica quer criar a neta – ele manda um recado para as autoridades do judiciário:
INVESTIGAÇÃO – A repórter Karoline Fernandes, da Rádio JC/ CBN, acompanhou a movimentação, na manhã desta quinta-feira (19), na antiga casa onde o trio morou, em Olinda. A atual moradora do local fala do sentimento de residir em um local que, possivelmente, foi palco de rituais de canibalismo.

0 Comentários:
Enviar um comentário
Subscrever Enviar feedback [Atom]
<< Página inicial